A água de coco da Natural Brasil nasce em coqueirais do Nordeste, onde sol o ano inteiro, solo de litoral e muita água fazem o coco que a gente gosta de beber. Nesta página você visita uma dessas fazendas, no litoral norte do Rio Grande do Norte, no município de Touros, e acompanha o caminho inteiro, do viveiro à colheita, pra conhecer quem faz antes de decidir o que bebe.

A próxima safra já está plantada

A terra do vento

Touros fica numa faixa de litoral onde o vento é tão constante que virou paisagem: os parques eólicos aparecem de verdade no horizonte da fazenda. Esse mesmo vento que gera energia é o nosso primeiro desafio. Coqueiro jovem precisa de firmeza pra ficar em pé, e é a combinação de sol o ano inteiro, solo arenoso e irrigação bem feita que segura o coqueiral crescendo.

Touros, Rio Grande do Norte: a terra do vento

300 litros de água por coqueiro, todo dia

Se tem um segredo pra um bom coco, é este: água. Cada coqueiro da fazenda recebe de 300 a 350 litros por dia, distribuídos por dois aspersores. Essa água vem do aquífero Barreiras, uma reserva subterrânea que acompanha o litoral entre Natal e Touros. É ela que enche o coco de sabor e faz da região um lugar raro pra essa cultura.

O segredo é água: 300 litros por coqueiro, todo dia

Tudo começa no viveiro

Antes do coqueiral, existe a muda. No viveiro da fazenda crescem mudas de coco anão, uma variedade desenvolvida pela EMPARN, a empresa de pesquisa agropecuária do Rio Grande do Norte, a partir de sementes vindas da Índia. É um coco pensado pra beber: muita água, pouca polpa. Cada muda fica ali até estar prontinha pra entrar no campo.

Tudo começa no viveiro: a muda de coco anão

Três anos de cuidado até a primeira colheita

Do plantio à primeira colheita são três anos. Nesse tempo o coco só pede: adubo, água, energia, gente trabalhando. Não existe pressa que encurte esse ciclo, então a gente escolheu caprichar nele. Quando as primeiras coletas chegam, o coqueiral carregado conta a história sozinho.

Três anos de cuidado até a primeira colheita

A meta: 300 cocos por pé

São 30 hectares prontos, organizados talhão por talhão, e uma meta declarada em voz alta: chegar a 300 cocos por pé em 2026. E estamos chegando lá. Escala, aqui, não é pressa. É plantar certo pra nunca faltar água de coco na sua casa.

30 hectares e uma meta: 300 cocos por pé

Do coco à caixinha

O coco é colhido no ponto certo e envasado. Dentro da caixinha vai só o que o coqueiro produziu: água de coco 100% integral, sem água adicionada, sem conservantes, sem mais nada. É por isso que o rótulo diz "integral". O trabalho difícil acontece na fazenda, justamente pra que a sua parte seja fácil: abrir e beber. Uma decisão a menos no seu dia.

Quem faz

Atrás de cada caixinha tem gente de verdade. O nosso produtor chega na fazenda todo dia às 7 da manhã, reúne a turma e escolhe a prioridade do dia. Nas palavras dele: "uma das coisas que mais me deixa feliz é poder ir todo dia para o trabalho, a minha paixão é o coco verde". A gente podia resumir, mas é melhor você ouvir dele.

Todo dia, 7 da manhã: a paixão pelo coco verde

Conheça nossos kits · Dos coqueirais do Nordeste pra sua porta, todo mês.
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